domingo, agosto 10, 2008

Annecy 1

Pois. O lago é belíssimo. Só não dei um mergulho porque estive a desenhá-lo, como podem constatar.



Lago de Annecy. Julho 2008

sexta-feira, agosto 08, 2008

Annecy

Esta cidade de grande beleza faz-me lembrar Cinema de Animação apesar de nunca lá ter ido por altura do Festival.


Annecy. Julho 2008

terça-feira, agosto 05, 2008

Genebra 1

No cimo deste monte fica o local de onde os parapentes se lançam. Em baixo fica Genebra a rodear o Lago Lemans. É muito difícil, graficamente, dar a ideia duma cidade vista de cima.

Monte Saleve. Julho 2008

segunda-feira, agosto 04, 2008

Genebra


Vista do Lago Lemans. Julho 2008

sábado, agosto 02, 2008

Alpes 1

Prefiro aquele papel que não absorve totalmente a água e permite que a tinta se espalhe e misture quase sem controlo.

Mont Blanc. Perto de Chamonix. Julho 008

sexta-feira, agosto 01, 2008

Alpes

O marketing é uma coisa com que temos que viver nesta sociedade baseada no consumo. Mas nunca simpatizei com a atitude da Moleskine em querer convencer-nos que produzem “O Caderno de Viagens”. O único. Mas desta vez comprei mesmo um, daqueles para grandes panorâmicas. Ia para um sítio onde era preciso uma vista larga. Ou uma grande angular em linguagem fotográfica.

Grand Hotel du Montenvers. Mont Blanc. Julho 2008

terça-feira, julho 22, 2008

Outros lugares

Ainda há certos lugares onde a “civilização” não chegou. A luz eléctrica às dez da noite desaparece. Os carros param para dar boleia. As pessoas são afectuosas naturalmente. O tempo passa devagar. Só o vento parece que quer empurrar tudo.

Ilha do Maio. Cabo-Verde. Março 2006

domingo, julho 20, 2008

Grunho

Não sei qual o nome dele só sei que é conhecido por Grunho, alcunha, aliás, com que não concordo, porque ele é, parece-me, um rapaz com alguma sofisticação e até carisma. Canta o fado, mas o seu sustento é a pintura de paredes. Vive em Alfama e é o maior a seduzir o sexo oposto. Se queres ler as verdadeiras façanhas do Grunho lê aqui.

Como eu o vejo quando está preparado para cantar o fado

sábado, julho 19, 2008

Rui Costa Lopes

Mais um autor de Diários Gráficos para a colecção: Rui Costa Lopes. Outro com a particularidade da sua “especialidade” não serem os “bonecos” - “…à força de encher os cadernos com bonequinhos, acabei por ter uma certa segurança de traço”. Vale a pena também ver o seu blogue.

Rui Costa Lopes. Professor de Filosofia

sexta-feira, julho 18, 2008

Verão

Ainda com o sal na pele e de fato-de-banho vestido, comer uns caracóis acompanhado por umas imperiais (cañas diriam nuestros hermanos).

Julho 2008

quarta-feira, julho 16, 2008

Praia

Atravessar de barco e invadir a praia como se fossemos os únicos. Sair de lá quando o sol está prestes a pôr-se.

Agosto 2007

terça-feira, julho 15, 2008

Casa algarvia

Dormir no terraço nas noites quentes, tomar o pequeno-almoço debaixo da sombra da figueira, dormir uma sesta, ler um livro e desenhar as vinhas com o mar ao fundo, grelhar o peixe cá fora e jantar à lua cheia.

Agosto 2007

segunda-feira, julho 14, 2008

Rock in a free world

Apesar de gostar, confesso que fui ouvir o sr. Dylan só porque não paguei bilhete. No dia seguinte, num concerto inesquecível, Neil Young, onde não me cansei de cantar: “keep on rockin’ in the free world”.

Desenhos feitos no dia seguinte, de memória

quinta-feira, julho 10, 2008

Arte Pública 3

Apesar de ser um jardim duma Fundação privada está aberto ao público. Vale a pena ir até lá ver os panos, que servem de toldos, produzidos por vários artistas plásticos. Um deles, o Francisco Vidal, também aparece aqui.

Fundação C.Gulbenkian. Lisboa. Julho 2008

quarta-feira, julho 09, 2008

Arte Pública 2

Um edifício elegante, vazio e sem utilidade, a não ser produzir uma bela sombra, será uma peça de Arte Pública?

Pavilhão de Portugal do arq. Siza Vieira. Parque das Nações. Julho 2008

terça-feira, julho 08, 2008

Arte Pública 1

Antony Gormeley (Rhizome. 1998) à esquerda; Jorge Vieira (Homem-sol. 1998) ao fundo e Fernando Conduto (Mar largo. 1998) no chão.

Parque Expo. Lisboa. Julho 2008

sábado, julho 05, 2008

Gabi Campanario

É um blogue por onde gosto de passar. Tem registos rápidos de muita qualidade, com algumas palavras a propósito. Temos agora o prazer de o ter na 1ªpágina do www.diariografico.com, onde também podem ver um texto e alguns desenhos feitos em cadernos.

Gabi Campanario: "Desenhar é algo que faço desde criança. Lembro-me de desenhar as ruínas de um castelo na cidade natal dos meus pais em Montemolin (Badajoz) quando tinha dezasseis anos".

quinta-feira, julho 03, 2008

Arte Pública

Sentei-me num poema de Teixeira de Pascoaes e desenhei a Torre de Belém que está como suporte duma peça de arte pública da Joana Vasconcelos.

Lisboa. Julho 2008

quarta-feira, julho 02, 2008

Surrealismo

Já há muito tempo que o Surrealismo não é uma corrente artística. É uma maneira de estar na vida. Há poucas pessoas que se dizem surrealistas e eu conheço uma delas.

Duas pequenas esculturas feitas a partir de pequenos desenhos e uma escultura africana

terça-feira, julho 01, 2008

O Pessoa, o Eléctrico e o Chiado

Quando me sentei na esplanada percebi logo porque é que há pessoas que não gostam de viver em cidades muito turísticas. Estava de frente para dois dos monumentos mais fotografados de Portugal: o Pessoa e o eléctrico nº 28 e os turistas estavam excitados.

Esplanada da Brasileira. Junho 2008

segunda-feira, junho 30, 2008

Lisboa 13

Estava muito calor e, por isso, o desenho não foi feito do melhor ângulo, mas de onde havia sombra.

Largo Camões. Lisboa. Junho 2008

sexta-feira, junho 27, 2008

Lisboa 12

Continuei a descer a rua D.Pedro V e sentei-me no recém arranjado, e recentemente aberto ao público, Miradouro S.Pedro de Alcântara. Gosto sempre de olhar o painel de azulejos e confirmar se está tudo no sítio.

Miradouro S.Pedro de Alcântara. Lisboa. Junho 2008

quinta-feira, junho 26, 2008

Lisboa 11

É a árvore mais carismática que conheço mas mais difícil de desenhar. Já foi muito bem filmada mas, que eu saiba, desenhada não.

Principe Real. Lisboa. Junho 2008

terça-feira, junho 24, 2008

Lisboa 10

A página da esquerda foi feita enquanto estava à espera do Metro na estação do Marquês de Pombal. A página da direita, já em casa, enquanto respondia a um inquérito, pelo telefone, sobre os meus hábitos de ouvinte de rádio.

Junho 2008

segunda-feira, junho 23, 2008

Almada 1

O Museu da Cidade de Almada é outro local que precisa ser visitado. E aproveitem para almoçar (ou jantar) no restaurante, que vale a pena. À entrada deparamo-nos com uma escultura/instalação, concebida para aquele espaço e muito bem conseguida, do catalão (?) Joseph Bofill.

Maio 2008

sexta-feira, junho 20, 2008

Quinta-Feira na praia

Ainda não há muitos anos as praias portuguesas estavam cheias de banhistas vestidos. Especialmente as mulheres. Agora só gentes de outras culturas.

Praia da Mata. Junho 2008

quarta-feira, junho 18, 2008

Desenhar para nada 1

Desenhar para nada é desenhar sem nenhum objectivo. Nem para melhorar o traço, nem para passar o tempo, nem sequer para memorizar o lugar. Mas inesperadamente, isso acontece e este desenho é sem dúvida berlinense. A fábrica da BMW é lá e a cor das cabines telefónicas é cor-de-rosa.

Berlim. 2007

terça-feira, junho 17, 2008

Desenhar para nada

No fim da rua António Pedro, perto da Praça do Chile, há uma cervejaria com uma pequena esplanada. Esta rua e esta esplanada não têm graça nenhuma. Os carros estacionados estão em cima das mesas. Quando acabei o desenho encontrei um amigo que já não via há anos.

Junho 2008

segunda-feira, junho 16, 2008

Almada

Viver na “outra banda” é uma opção que eu só não aconselho a quem trabalha do lado de cá. Umas das coisas boas são os equipamentos culturais oferecidos. Um deles é a Casa da Cerca, Centro de Arte Contemporânea, o seu Jardim Botânico e a vista sobre Lisboa.


Em primeiro plano vê-se uma "instalação" cujo autor desconheço

domingo, junho 15, 2008

Domingo na praia

Sempre soube que o Domingo, por causa das enchentes, não é dia para ir à praia, mas ela estava tão apetecível que não resisti.