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quarta-feira, janeiro 20, 2010

Marrakech 4

Muitos marroquinos chamam-se Fátima e Mohamed. São nomes bonitos e devem ser os mais usados em Marrocos. Eram precisamente os nomes das pessoas que nos proporcionavam este pequeno-almoço no terraço. Tal como os nomes, eles eram lindos e simpáticos. E o Atlas também, ao longe, com a neve no cimo.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Marrakech 3

No próximo Sábado, na Nextart, lá vou estar para falar sobre a influência que os Diários Gráficos têm na vontade de desenhar e para, claro, desenhar também.

Marrakech não tem só a praça Jemaa el Fna. Tem outras, de menores dimensões, mas igualmente fascinantes. Por exemplo, a praça Rahba Lakdima com o mercado ao meio e o café des Épices do lado direito.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Marrakech 2

Apareçam na inauguração da exposição "Diários Gráficos. Desenho em cadernos" dia 9 de Janeiro, próximo Sábado, às 18 horas nos Paços do Concelho (antiga Câmara) de Torres Vedras. Se não puderem vão lá noutro dia, das 9h30 às 19h00 de 2ª a Sábado, até ao fim de Fevereiro.

O aguadeiro não pediu dinheiro devido à minha experiência em desenhar pessoas sem elas se aperceberem. Mas os profissionais, tais como músicos, contadores de estórias, encantadores de serpentes ou ginastas, exigiam serem pagos. O que valia é que exigiam pouco.


Estes músicos forneceram-me uma cadeira para estar mais confortável e também puderem apreciar o desenrolar do desenho.

Este senhor músico, de bastante idade, gostou muito do desenho

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Marrakech 1

Nestes dias, em Marrocos, senti novamente algum embaraço (ou pudor?) em desenhar pessoas. Elas, as pessoas, parece que não se importavam, mas ficavam muito atentas quando percebiam que estavam a ser desenhadas.


Tive que me contentar em desenhar este grupo, que falava com entusiasmo, de costas.


O aguadeiro e o homem da carroça com burro foram observados de longe.

domingo, janeiro 03, 2010

Marrakech

Inesperadamente, numa ruela da Medina de Marrakech, encontrei uma loja Fnaque. Escrita exactamente desta maneira. E encontrei um livro precioso: “Matisse au Maroc”. Um dia destes mostro desenhos que ele fez quando andou por lá.