Na década de 60 o Livro de Artista foi um fenómeno comum, como tomada de posição dos artistas sobre o mercado de arte, produzindo este tipo de objecto pouco comercial. Para artistas plásticos, sobretudo para artistas conceptuais, pode ser uma ferramenta importante na experimentação e conceitualização de novas ideias.


Antoni Tàpies (1923. Espanha)
