Autores que fazem parte do livro "Diários de Viagem. Desenhos do quotidiano". Por ordem alfabética. IVO MOREIRA A ideia de Diário Gráfico está ligada ao exterior. Estás a trabalhar fora do teu umbigo, a absorver coisas do exterior
Autores que fazem parte do livro "Diários de Viagem. Desenhos do quotidiano". Por ordem alfabética. FRANCISCO VIDALDescobri estes cadernos A4 de capa dura, em forma de livro, e decidi fazer uma coisa do princípio ao fim, uma coisa com força, de uma forma constante. Em que cada dupla página funcionasse como um desenho individual e o livro como um todo, como um objecto
Autores que fazem parte do livro "Diários de Viagem. Desenhos do quotidiano". Por ordem alfabética. FILIPE LEAL DE FARIAAs linhas dos desenhos que faço ficam sempre mais carregadas em mim do que no papel.
Autores que fazem parte do livro "Diários de Viagem. Desenhos do quotidiano". Por ordem alfabética. FERNANDO BRAZÃO GONÇALVES A necessidade de manter um diálogo interior contínuo e mensurável e ao mesmo tempo a necessidade de tomar notas e organizar ideias foi-se transformando naquilo que já se poderá denominar um diário gráfico
Por vezes desenho de memória, especialmente paisagens, onde relembro as cores, o tipo de relevo, a disposição dos vários elementos e a representação fica um misto de todas as paisagens daquele dia
EDUARDO CÔRTE-REALNão é nada de especial, desenhar, é como sentir o cheiro a tílias ou ouvir uma língua sem perceber nada, ou sentir um frio ou calor que raramente se sente cá.
ANTÓNIO JORGE GONÇALVES e aqui Viajo sempre com um (Diário Gráfico) na mala ou na mão, e o metro é um dos meus sítios favoritos para lhe encher as páginas.
ANTONIA SANTOLAYA A viagem é sempre na mesma direcção, a aparência disfarça os cenários que se visitam mas a viagem é contínua, até ao interior de mim mesma. Estamos em movimento e o tempo dedicado ao caderno de viagem é a margem de tempo para a reflexão.
Depois de subir a pé desde a Vila da Ribeira Brava, na ilha de S.Nicolau, até ao monte mais alto da ilha, sentei-me a desenhar esta paisagem e a reflectir sobre o que era mais importante neste tipo de registo.
Já sabíamos que transportar um Diário Gráfico incentiva a desenhar mais e melhor. “Abrir” um blogue de desenhos ficámos a saber que ainda mais. Vale a pena ver.
João Eça. Escola Secundária Pedro Nunes. 11ºano (ano 2008)
Richard Câmara, português a viver em Madrid e homem de vários instrumentos (arquitecto, desenhador de Banda Desenhada, ilustrador e professor), honra-nos com a companhia de um texto e umas imagens na galeria de autores de Diários Gráficos no site www.diariografico.com e nos links deste blog.
Gabi Campanario, ilustrador espanhol que vive em Seattle, teve uma excelente ideia em convidar pessoas de várias cidades que têm o hábito de usarem o Diário Gráfico e desenharem quotidianamente e juntá-las no blog Urban Sketchers. De Lisboa além de mim próprio, temos o José Louro, o Pedro Cabral e o João Catarino, que é da linha mas não faz mal.
É muito gratificante falar para um grupo de pessoas e sentir que o que dizemos faz eco. Depois ainda deu tempo para ir à Ribeira fazer este rápido desenho.
O Jardim da Estrela cumpre muito bem a sua função de espaço verde. Serve para brincar, passear, passar, ler, estar sentado, namorar, desenhar, conversar, pensar, observar, ouvir, comer, cheirar. Serve para tudo isto e muito mais. A ordem é arbitrária.
O Jardim da Estrela é, também, um autêntico espaço cultural. Aos Domingos (alguns) acontece a Feira de Artesanato contemporâneo e ultimamente tem havido música no coreto.
Mário Laginha impar ao piano e Maria João exuberante na voz. Setembro 2008
Temos a honra de ter Lapin, ilustrador francês a viver em Barcelona, como colaborador do site. Vejam a 1ªpágina que vale a pena. E espreitem também o seu site e o blog, que, aliás, há muito tempo consta nos nossos links.
O designer gráfico que se chama a ele próprio Someguy pôs a circular 1.000 diários com a indicação do remetente. Como uma “mensagem numa garrafa” foram encontrados pelas mais variadas pessoas que escreveram, desenharam ou colaram o que quiseram. Alguns dos diários regressaram. Chama-se “1.000 Journals Project”. Posteriormente foi realizado um documentário por Andrea Kreuzhage com o mesmo nome, que tem percorrido vários festivais de cinema. Está em preparação, pela mesma realizadora, outro filme destinado a professores: 1.001 Journals.
Projecto lançado pela marca Beneton (Fabrica) sob o nome “Colors Notebook”: foram distribuídas por todo o mundo cadernos com folhas em branco para as pessoas os preencherem da maneira que quisessem sob os temas: 1.Caras, 2.Violência. O objectivo foi “darem a palavra àqueles que normalmente não a têm”. Foi realizado em colaboração com os “Repórteres sem fronteiras” e exposto no Centro Pompidou sob o nome “Les yeux ouverts” e editados os livros “Faces” e "Violence".
O Largo do Rato já há muito que não é um largo. A Papelaria Fernandes deixou de ser “A Papelaria”. Algumas das árvores que aparecem no desenho, apesar de pertencerem a jardins de instituições públicas, não estão acessíveis ao público.
É consensual que Lisboa tem poucos espaços verdes e tem poucas árvores nas suas ruas. Mas é um facto que quando desenho locais em Lisboa aparecem no boneco imenso verde.