“Que cheiro a morte!” dizia a Rosa. Felizmente tinha o nariz tapado e o cheiro não me afectava. Estava muito cansado quando acabei os desenhos que pensei serem suficientes. Saímos como se saíssemos de um pesadelo.
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segunda-feira, maio 25, 2009
sábado, maio 23, 2009
“Diário de uma autópsia” no jornal “i”
Mais uma reportagem ilustrada no jornal i, ontem 6ªfeira: “O Diário de uma autópsia”. Com texto da jornalista Rosa Ramos. Encontrámo-nos às 9 horas no Martim Moniz, dirigimo-nos ao Instituto de Medicina Legal e vestimos a bata, a touca, a máscara e as pantufas de plástico. Quando chegámos à sala já estava o corpo, de barriga para cima, em cima da mesa. Todo despido só com uma pequena tanga vermelha. Durante cerca de uma hora e meia só pensei na caneta, no papel e nas formas que tinha que passar para o papel. Não pensei na pessoa que estava à minha frente a ser retalhada.
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