Já fui várias vezes a Guimarães. E nalgumas delas desenhei. Mas agora, como passei dois dias exclusivamente a observa-la com atenção e a desenha-la, a cidade pareceu-me mais bonita.
Com este excelente desenho de José María Sanchez do Largo do Carmo visto da Leitaria Académica, relembro que amanhã realizar-se-á mais uma conferência no Museu Arqueológico do Carmo com Dilar Pereira "O Caderno de Campo na construção do Desenho Científico". Como sempre às 18h30 e entrada gratuita.
Voltei ao Café Tati, ao Cais do Sodré. Eu e o Richard registámnos tudo o que se estava a passar naquela noite. No baixo Néné Mateus, no balafon e voz Bubacar Djabate e na Kora o grande Ibo Galissá. Grandes músicos.
Quando fui na 3ªfeira passada fazer uns desenhos ao Campo Grande, onde se alugam barcos a remos, estava com receio que não aparecesse nenhum cliente. Inesperadamente apareceu um senhor de fato e gravata. Tive que inventar um(a) acompanhante e desenhá-lo em várias posições. No jornal Público, revista 2, hoje, a ilustrar a crónica “De barco a remos no meio do trânsito” de Alexandra Prado Coelho.
Amanhã, dia 4 de junho pelas 18h30, conferência de Pedro Mamede "Desenhos e viagens. Aspectos banais" no Museu Arqueológico do Carmo. Uma perspectiva muito interessante para quem viaja e desenha. Entrada gratuita.
As minhas 4ªs feiras têm sido passadas em Coimbra. Sempre que podemos vamos desenhar para o centro da cidade. Já tenho uma boa colecção. Desta feita parámos em frente à igreja de S.Bartolomeu.
Uma igreja transformada em Livraria. A mesma função: enriquecer o espírito. Fomos lá, eu, a Mónica e o Filipe, falar sobre desenho e em especial no Diário Gráfico, pois claro.
“Oh filha, pela sua felicidade leva e não paga... são 9 euros! Oh menino! não quer nada?”. Fomos para o mercado do Bolhão desenhar o que víamos e escrever o que ouvíamos, cheirávamos e, eventualmente, saboreávamos.
Quando o "motivo" a desenhar é de um tamanho imenso uma solução é enquadrar uma parte ou fazer um pormenor. Foi o caso do Mosteiro de Alcobaça. Ainda por cima começou a chover e o tempo era escasso.
O Gil Eannes foi o navio hospital de apoio às campanhas do bacalhau. Agora, ancorado no porto de Viana do Castelo, é um museu desses memoráveis tempos e também uma pousada da juventude. Fizemos uma incursão para o desenhar e valeu a pena.
"Desenhar no Diário de Viagem em Sintra" é o que a Terra Firme, empresa de formação, propõe para o dia 23 de junho, das 10 às 18 horas. Vejam aqui toda a informação.
Na Associação Bacalhoeiro na rua dos Bacalhoeiros com os Rat Swinger: no baixo João San Payo, nas violas João Leitão (a tocar cada vez melhor) e Ian Mucznik e ainda como convidado Luis Bastos no clarinete. Música que apetecia mesmo dançar.
Aturada reflexão de Pedro Moura, no seu blog "lerbd", sobre os livros "UrbanSketchers em Lisboa. Desenhado a cidade" (Quimera 2011) e "Diário Gráfico em Braga" (Fundação Bracara Augusta 2011). A ler com atenção.
Calçada do Combro, Lisboa, a partir da pequeníssima esplanada do restaurante Yummi. Aconselha-se as tostas de rosbife.
A Nomad, empresa que organiza viagens para viajantes, isto é, viagens em pequenos grupos, com guia conhecedor do terreno e próxima das pessoas que habitam nos sítios, convidou-me para guia de uma viagem a Guimarães, Capital Europeia da Cultura. É em Junho, 3 dias a desenhar e chama-se “Desenhar Guimarães”.
É no dia 22 de Maio que se inicia o novo ciclo de conferências "A Viagem e o Diário Gráfico" no Museu Arqueológico do Carmo em Lisboa. É sempre às 3ªs feiras e às 18h30. E a entrada é gratuita. Pode ser visto o programa completo.
É nesta porta, na rua da Prata nº153, que está a loja de "vão de escada" (literalmente) Silver Stone. Na revista2 do jornal Público deste domingo, na secção Crónica Urbana, Alexandra Prado Coelho escreve, e eu ilustro, "Punk's Not Dead na Rua da Prata". Vão lá ver.
Este espaço, no fim das Escadinhas do Duque, esteve "em obras" uma data de tempo. Recentemente apareceu com uma série de esplanadas onde apetece estar.
Sentámo-nos em frente ao Museu de Arte Sacra. E observámos: um triciclo eléctrico guiado por uma senhora, uma motorizada, uns senhores sentados a conversar, outros a passar e a fachada do museu.
No novo espaço do B.leza, ali ao Cais do Sodré com vista para o rio e o Cristo-rei iluminado até à meia noite, os "Agência de Viagens" numa sessão de spoken words com Tiago Gomes na voz, Luís Aires no baixo e Zé Lencastre no saxofone. Poesia pura.