No P2, suplemento de Domingo do jornal Público, Alexandra Prado Coelho escreve, na sua crónica urbana, sobre a Feira do Relógio. Os desenhos são meus. E desenhar com um calor abrasador não é agradável.
Ontem no encontro. De manhã no Castelo de Sesimbra e à tarde no Cabo Espichel.
Amanhã, dia 26 de junho, 3ªfeira, pelas 18h30 a última conferência da 2ªparte do ciclo "A Viagem e o Diário Gráfico", desta vez com José Louro: "O Desenho gestual no Diário Gráfico. Estudos de casos". A não perder. Entrada gratuita e o início sempre pontual.
À saída do Museu Arqueológico do Carmo, vulgo Ruínas do Carmo, deparei com o cenário dos jacarandás em flor. Estava um ambiente mágico, azulado, que tentei, sem sucesso, traduzir no papel.
Já fui várias vezes a Guimarães. E nalgumas delas desenhei. Mas agora, como passei dois dias exclusivamente a observa-la com atenção e a desenha-la, a cidade pareceu-me mais bonita.
Com este excelente desenho de José María Sanchez do Largo do Carmo visto da Leitaria Académica, relembro que amanhã realizar-se-á mais uma conferência no Museu Arqueológico do Carmo com Dilar Pereira "O Caderno de Campo na construção do Desenho Científico". Como sempre às 18h30 e entrada gratuita.
Voltei ao Café Tati, ao Cais do Sodré. Eu e o Richard registámnos tudo o que se estava a passar naquela noite. No baixo Néné Mateus, no balafon e voz Bubacar Djabate e na Kora o grande Ibo Galissá. Grandes músicos.
Quando fui na 3ªfeira passada fazer uns desenhos ao Campo Grande, onde se alugam barcos a remos, estava com receio que não aparecesse nenhum cliente. Inesperadamente apareceu um senhor de fato e gravata. Tive que inventar um(a) acompanhante e desenhá-lo em várias posições. No jornal Público, revista 2, hoje, a ilustrar a crónica “De barco a remos no meio do trânsito” de Alexandra Prado Coelho.
Amanhã, dia 4 de junho pelas 18h30, conferência de Pedro Mamede "Desenhos e viagens. Aspectos banais" no Museu Arqueológico do Carmo. Uma perspectiva muito interessante para quem viaja e desenha. Entrada gratuita.
As minhas 4ªs feiras têm sido passadas em Coimbra. Sempre que podemos vamos desenhar para o centro da cidade. Já tenho uma boa colecção. Desta feita parámos em frente à igreja de S.Bartolomeu.
Uma igreja transformada em Livraria. A mesma função: enriquecer o espírito. Fomos lá, eu, a Mónica e o Filipe, falar sobre desenho e em especial no Diário Gráfico, pois claro.
“Oh filha, pela sua felicidade leva e não paga... são 9 euros! Oh menino! não quer nada?”. Fomos para o mercado do Bolhão desenhar o que víamos e escrever o que ouvíamos, cheirávamos e, eventualmente, saboreávamos.
Quando o "motivo" a desenhar é de um tamanho imenso uma solução é enquadrar uma parte ou fazer um pormenor. Foi o caso do Mosteiro de Alcobaça. Ainda por cima começou a chover e o tempo era escasso.
O Gil Eannes foi o navio hospital de apoio às campanhas do bacalhau. Agora, ancorado no porto de Viana do Castelo, é um museu desses memoráveis tempos e também uma pousada da juventude. Fizemos uma incursão para o desenhar e valeu a pena.
"Desenhar no Diário de Viagem em Sintra" é o que a Terra Firme, empresa de formação, propõe para o dia 23 de junho, das 10 às 18 horas. Vejam aqui toda a informação.
Na Associação Bacalhoeiro na rua dos Bacalhoeiros com os Rat Swinger: no baixo João San Payo, nas violas João Leitão (a tocar cada vez melhor) e Ian Mucznik e ainda como convidado Luis Bastos no clarinete. Música que apetecia mesmo dançar.
Aturada reflexão de Pedro Moura, no seu blog "lerbd", sobre os livros "UrbanSketchers em Lisboa. Desenhado a cidade" (Quimera 2011) e "Diário Gráfico em Braga" (Fundação Bracara Augusta 2011). A ler com atenção.
Calçada do Combro, Lisboa, a partir da pequeníssima esplanada do restaurante Yummi. Aconselha-se as tostas de rosbife.
A Nomad, empresa que organiza viagens para viajantes, isto é, viagens em pequenos grupos, com guia conhecedor do terreno e próxima das pessoas que habitam nos sítios, convidou-me para guia de uma viagem a Guimarães, Capital Europeia da Cultura. É em Junho, 3 dias a desenhar e chama-se “Desenhar Guimarães”.
É no dia 22 de Maio que se inicia o novo ciclo de conferências "A Viagem e o Diário Gráfico" no Museu Arqueológico do Carmo em Lisboa. É sempre às 3ªs feiras e às 18h30. E a entrada é gratuita. Pode ser visto o programa completo.
É nesta porta, na rua da Prata nº153, que está a loja de "vão de escada" (literalmente) Silver Stone. Na revista2 do jornal Público deste domingo, na secção Crónica Urbana, Alexandra Prado Coelho escreve, e eu ilustro, "Punk's Not Dead na Rua da Prata". Vão lá ver.