Comprar vinho no estrangeiro é uma experiência nem sempre com bons resultados. Este, comprado em Itália, foi um êxito e por isso desenhei-o com gosto.
terça-feira, maio 20, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
Veneza 1
O interior de uma gôndola é todo lacado a preto, as almofadas são de veludo magenta, os acessórios de talha dourada e os tapetes mesclados de dourado e vermelho. É um autêntico luxo asiático ou, diria antes, de um assustador kitsch.
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quinta-feira, maio 15, 2008
Veneza
Numa visita a Itália deve ser obrigatório ir a Veneza. Não por parecer uma cidade já nossa conhecida, mas pelo contrário, pelas surpresas que nos proporciona. Até as inevitáveis gôndolas nos apetece desenhar.
Vista da Ponte de Rialto.
Grande Canal
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terça-feira, maio 13, 2008
Itália 3
Quando se entra em Itália as cores alteram-se e tornam-se mais vibrantes.
Vista da varanda do hotel em S.Margherita Ligure. 2002
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segunda-feira, maio 12, 2008
Itália 2
O terramoto tinha sido em 1997 e a cidade estava agora como nova.
Rosácea da Catedral de S.Rufino. Assis. Abril 2002
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sexta-feira, maio 09, 2008
Itália 1
Disseram-me que a cidade não tinha muito interesse e, por isso, fui directamente à torre. E lá estava ela, escondida atrás do baptistério e mais bela do que eu a imaginara.
Baptistério e Torre de Pisa. Abril 2002
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quarta-feira, maio 07, 2008
Itália
É das praças mais bonitas por onde já passei. Mas por ser de forma irregular, o piso não ser plano e a escala da torre do Palácio ser exagerada, é muito difícil de desenhar. Na minha primeira tentativa não passei da torre.
Piazza del Campo. Siena. Abril 2002
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terça-feira, maio 06, 2008
Exercício escolar 5
Sapatos são realmente um óptimo objecto para desenhar. Especialmente aqueles já usados. Mas, ainda na mesma viagem, também desenhei estas babuchas acabadas de comprar numa loja árabe, em Granada, no caminho para Alhambra.
Granada. Março 2002
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segunda-feira, maio 05, 2008
Exercício escolar 4
Tal como o iniciado nos registos diários pode começar por desenhar objectos em casa, numa viagem também o viajante pode dedicar-se a fazer o desenho dos seus objectos pessoais. Na viagem que fiz pela Europa, durante três meses, só tirei estas botas dos pés para dormir e quando as desenhei.
L'Escala. Março 2002
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terça-feira, abril 29, 2008
Exercício escolar 3
Estas plantas, na falta de melhor, já foram objecto da nossa atenção e da mesma maneira: realçar os “fundos”. Entretanto cresceram um pouco.

Abril 2008
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segunda-feira, abril 28, 2008
Exercício escolar 2
Sem levantar a caneta do papel. Primeiro a Elisabete, depois a Fátima. Dois minutos para cada uma.
Abril 2008
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domingo, abril 27, 2008
Concerto
Desenhar na obscuridade é sempre complicado. É quase como aqueles exercícios de não levantar a caneta e não olhar para o papel. Num concerto, por vezes, é isto que acontece. Temos que nos valer dos pequenos intervalos.
Orquestra Metropolitana de Lisboa (parte) no CCB. Lisboa. Abril 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
vinteecincodeabrilsempre
Apanhei o metro e fui até ao Rossio, comprei um cravo por um euro, voltei para casa, pu-lo num copo com água para não secar, desenhei-o, pintei-o com um vermelho forte, digitalizei-o e coloquei-o no blog com o título “vinteecincodeabrilsempre”
25 de Abril de 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
Primeira página
Na primeira página do site diariografico.com foi colocada uma imagem dum caderno do antropólogo Manuel João Ramos: “Gosto de desenhar em cadernos e não em folhas soltas, não porque o caderno guarde, mas sobretudo porque esconde os desenhos”.
Manuel João Ramos. Antropólogo e professor
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segunda-feira, abril 21, 2008
Lanche no Museu
A última qualidade que me interessa num desenho é o “ele estar parecido”. A não ser que seja essa a ideia. Neste desenho não me preocupei minimamente com quantos guindastes ou contentores existiam no cais.
Doca de Alcântara vista da esplanada do Museu de Arte Antiga. Abril 2008
domingo, abril 20, 2008
Desenhos rápidos 4
Para se desenhar alguém em movimento não há volta a dar. Tem que se memorizar e inventar muito. Este desenho foi feito a partir de um adolescente a andar de um lado para outro.
Abril 2008
sexta-feira, abril 18, 2008
Desenhos rápidos 3
Exemplos perfeitos de desenhos inacabados, quando o modelo desaparece, são alguns dos que fazem parte do projecto Subway-life de António Jorge Gonçalves. (Que, aliás, acaba de ter um 2ºlugar no World Press Cartoon, em Sintra, na categoria de Cartoon Editorial).
António Jorge Gonçalves. Portugal. Ilustrador. Autor de Banda-desenhada
quinta-feira, abril 17, 2008
Desenhos rápidos 2
Interessante a conversa aqui do lado. O que fazer quando o nosso modelo/vítima fica inacessível? Quando muda de posição, levanta-se ou algo se interpõe? Ficar inacabado ou continuar de imaginação? As pessoas do desenho em baixo estavam concentradas a escrever e a desenhar, mas não garanto que estivessem exactamente nestas posições.
Grupo de professores a inventarem uma estória e a fazerem um desenho de imaginação
terça-feira, abril 15, 2008
segunda-feira, abril 14, 2008
Desenhos rápidos
Desenho muito rápido feito de quem vem da cervejaria Trindade e entra no Largo Trindade Coelho. Tão rápido que não sei se o largo, os seus quiosques e o vendedor de lotaria estão reconhecíveis.
Lg. Trindade Coelho. Lisboa. 2008
sábado, abril 12, 2008
Desenhar sem caderno 2
A pintura de Edward Hopper está, de algum modo, relacionada com a viagem. Mas também ele não tinha o hábito de desenhar em cadernos. Os únicos que conheço, e que no seu site são denominados de Sketchbooks, não são “verdadeiros” Diários Gráficos. São uma espécie de “inventário” das suas pinturas e feito posteriormente.
Edward Hopper. "Standard Oil Station, Amarillo, Texas". 1963
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sexta-feira, abril 11, 2008
Desenhar sem caderno 1
Nem toda a gente, que desenha quotidianamente e/ou que desenha quando viaja, usa um caderno para o fazer. Não consegui, por exemplo, encontrar nenhum desenho feito em caderno por Henri Matisse nas suas viagens por Marrocos e pelo Taiti. Na senda de Delacroix e Gauguin respectivamente.
Marrocos. Café em Tanger. 1912
Taiti. Vista do quarto em Papeete. 1930
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quarta-feira, abril 09, 2008
Desenhar sem caderno
É um blog por onde costumo passar. Ainda não o tinha linkado por causa do meu preconceito em colocar só desenhos feitos em cadernos ou que se percebam que são feitos em cadernos. É um desenho diário e muitíssimo bom.
Xavier Boutin
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terça-feira, abril 08, 2008
Oceanário
Influenciado pelos excelentes desenhos do nosso amigo aqui do lado lembrei-me de uma longínqua, e única, ida ao Oceanário. Fui à procura do caderno e encontrei-o. Tenho que lá voltar.
Oceanário. Lisboa. 2002
segunda-feira, abril 07, 2008
Alentejo 5
Vale a pena voltar a Elvas. A Praça da República livrou-se dos carros e o Museu de Arte Contemporânea, instalado num edifício do século XVIII, é muito simpático. Mas cuidado com o horário, está fechado à hora do almoço.
Praça da República Elvas. Março 2008
sábado, abril 05, 2008
Jardins
Há tantos anos que o Jardim São Pedro de Alcântara não estava acessível às pessoas, que já me esqueci quantos. Fazia muita falta com a sua vista sobre Lisboa. É inacreditável como os poderes públicos “esquecem-se” de áreas da cidade.
Vista do Castelo de S.Jorge a partir do Jardim S.Pedro de Alcântara.
Lisboa. Abril 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
Acordo ortográfico
Fui ouvir uns senhores falar sobre (contra) o acordo ortográfico que se avizinha. Há muitos prós, há muitos contras e há uma grande pressão do Brasil para o acordo ser ratificado. Enfim, um grande imbróglio por resolver.
Livraria Byblos. Lisboa. Abril 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
Alentejo 4
Serpa é uma cidade linda e tem ciprestes nas ruas. O que não é muito usual entre nós e lhe fica muito bem. A livraria “Vemos, Ouvimos e Lemos”, pequeno espaço cultural e que ainda não conhecia, é uma mais valia para a cidade, usando uma linguagem de economista, de politico ou outros.
Largo Salvador. Serpa. Março 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
Alentejo 3
O Porche e o Templo de Diana. O mal não é só nacional, mas por cá há mais possibilidade de o fazer: ir de carro mesmo até à porta.
Templo de Diana. Évora. Março 2008
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