Fui ao aeroporto esperar o José María Sánchez, vindo de Madrid. Grande viajante e desenhador. Amanhã mostro algumas páginas dos seus cadernos. Se ele me deixar digitalizá-las.
Os empregados dos Correios da minha rua são muito simpáticos. Mas a máquina dos selos está sempre fora de serviço. Resultado: meia hora para comprar um simples selo.
Gosto de andar de transportes públicos. Permite ler, escrever e desenhar. Às vezes. Mas não há dúvida que o carro dá-nos, pelo menos fora das cidades, uma grande sensação de liberdade. O pior é quando se avaria e passamos horas numa garagem. O que me valeu mesmo foi o Diário Gráfico.